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A participação brasileira na etapa de Paris da Copa do Mundo de Ginástica Artística 2023 foi marcada por brilhantes desempenhos e conquistas de medalhas. No último domingo (17), o Brasil fechou o evento com um total de cinco medalhas, sendo três de prata e duas de bronze, destacando a talentosa Rebeca Andrade. A poucas semanas do mundial na Bélgica, o evento é um ensaio do que se aguarda em Antuérpia daqui a poucos dias, importante na preparação para as Olimpíadas de Paris.
A primeira medalha do dia foi conquistada por Rebeca, que brilhou nas barras assimétricas com uma performance incrível. Ela somou 14.600 pontos, com uma dificuldade de 6.400 e uma execução de 8.200, garantindo assim a medalha de prata. A ginasta francesa Mélanie de Jesus dos Santos levou o ouro, com 14.700 pontos, enquanto o bronze ficou com Kaylia Nemour, da Argélia, com 14.100.

Rebeca Andrade demonstrou grande determinação em sua apresentação, realizando uma série difícil, mas um pequeno erro no final não passou despercebido pelos juízes. No entanto, seu desempenho lhe garantiu a merecida medalha de prata. Em suas palavras, “Sair com a prata, em uma grande e difícil apresentação, fico feliz e orgulhosa. Esse torneio me deixa ainda mais preparada, com a cabeça firme, e sentindo o meu corpo em cada movimento e sabendo que estou pronta para fazer tudo o que eu tenho trabalhado durante todo esse tempo todo.”
Flávia Saraiva, também nas barras assimétricas, conquistou o sexto lugar com uma pontuação de 13.600, demonstrando o alto nível da competição.
Na final do solo, a talentosa Jade Barbosa assegurou a medalha de prata, repetindo seu desempenho das eliminatórias. Ela alcançou uma pontuação de 13.400, com uma dificuldade de 5.600 e uma execução de 7.800. Mais uma vez, a francesa Mélanie de Jesus dos Santos ficou com o ouro, enquanto Alexa Moreno, do México, completou o pódio.
Na barra fixa, houve uma emocionante dobradinha brasileira. Arthur Nory conquistou a medalha de prata com uma pontuação de 14.350, e Bernardo Actos garantiu o bronze com 13.900. O ouro foi para Tang Chia-Hung, da Taipé Chinesa.
Flávia Saraiva brilhou mais uma vez na final da trave, conquistando a medalha de bronze com uma pontuação de 13.450. Marine Boyer, da França, ficou com o ouro, enquanto Laylia Nemour, da Argélia, levou a prata.
Além das medalhas, o Brasil conquistou onze vagas nas finais em diferentes aparelhos. Os atletas brasileiros demonstraram grande habilidade e dedicação em todas as competições, preparando-se para o Mundial na Bélgica e visando a importante preparação para os Jogos Olímpicos de Paris 2024.
A Arena Bercy, onde a Copa do Mundo de Ginástica Artística foi realizada, continuará sendo um local de grande importância para os atletas brasileiros, e Rebeca Andrade expressou seu amor pelo local, dizendo: “Eu amo esse lugar [Arena Bercy]. Se ele me amar também, eu vou amar ainda mais!”
O desempenho excepcional dos ginastas brasileiros em Paris certamente inspirou esperanças e expectativas para futuras competições e eventos esportivos de renome internacional.